Projetos de sucesso com preço que cabe no budget

Amar o que faz


Desde pequeno, ouço meus avós, meus pais dizerem que é preciso amar o trabalho que realizamos. Há alguns anos, perguntei a meu avô: “Mas, vô, o senhor gostava de trabalhar no jornal [ele cuidava dos anúncios na Folha de S.Paulo]?”. Ele me respondeu: “Ah, não era bem o que eu queria, mas não tive chance de estudar mais para seguir o que eu gostava”.  É muito comum ouvirmos pessoas mais velhas contarem que faziam atividades profissionais para “colocar dinheiro em casa”. O trabalho pelo trabalho, raramente feito com paixão.

O tempo passou e  isso (felizmente) mudou. Já no colegial te perguntam: “O que você gosta de fazer?”. E assim você vai descobrindo, como uma flor que desabrocha, algo que faz seu coração bater mais forte. O jornalismo surgiu para mim quando estava na oitava série. Em uma brincadeira de apresentar um jornal, levantei a mão e disse que queria ser o âncora. Timidez, introversão, o rosto vermelho, o medo de rirem de mim? Tudo isso mandado para longe. Senti frio, meu coração palpitou, mas encarei aquela experiência, diante de toda a escola que assistia ao jornal. A brincadeira só me trouxe uma certeza: “Eu quero viver (e amar) o jornalismo”.

Investir toda a paixão no que faz parece ser uma marca da nossa geração, os Ys.  Cada passo para nós na trilha profissional é um desafio a ser saboreado. Onde chegaremos? Qual vai ser o resultado final de uma ideia? Tudo isso importa menos. Mas não pense que somos irresponsáveis e não obedecemos a prazos. Podemos procrastinar até o último segundo, mas não deixamos de lado as metas. Quem já não ouviu de colegas de trabalho, de chefes ou familiares, isso aqui: “Como você consegue se concentrar nas suas tarefas se você fica ouvindo música, ligado nas redes sociais, respondendo SMSs?”. Eu mesmo já fiquei sem resposta, ou só respondi que “Sim, eu consigo”.

Podem criticar, mas uma coisa é certa: a geração Y veio para mudar a maneira como trabalhamos. Isso não é novidade, só está mais nítido. Queremos colaborar mais, desenvolver projetos, receber desafios. Viver intensamente, no trabalho, nos relacionamentos. As empresas só precisam nos entender melhor. Vale a pena assistir ao vídeo que a Box1824, empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento jovem, preparou: “All work and all play”.

FONTE: http://vocesa.abril.com.br/blog/estagiario-y/2012/06/21/amar-o-que-faz/?utm_source=redesabril_vocesa&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_voces

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