Consultoria em marketing e gestão de processos na área da saúde


Por Antonio Savino

Em 2008 a falência do tradicional banco dos Estados Unidos Lehman Brothers, seguindo da falência da maior empresa seguradora AIG-American Internacional Group, deu início à chamada “Grande Recessão”. O efeito da crise financeira foi rápido e causou um grande impacto nas empresas no mundo todo, principalmente na Europa com a redução do PIB da Zona do Euro em 1,5% em relação ao trimestre anterior.

Com a adoção de políticas econômicas intervencionistas, o governo americano injetou bilhões de dólares na economia, salvando a seguradora AIG e assim conseguindo estabilizar a crise que novamente se espalhava pelo mundo. Embora o governo americano tenha intervindo na economia, a taxa de desemprego nos Estado Unidos foi de 5% para 10% nesse mesmo período.

Assim sendo, o conhecimento advindo do tratamento dado a crise financeira mundial transformou o consumidor, que agora economiza mais para épocas de crise. Esse “novo” consumidor compra produtos e serviços de baixo custo e perdeu a confiança em grandes empresas por conta das crises anteriores. As atitudes desse “novo” consumidor esta condicionada ao desenvolvimento do Marketing Digital que pode ser conceituado como a utilização da tecnologia como principal estratégia para fazer com que a sua informação se propague rapidamente para grandes públicos.

Atualmente existe mais de dois bilhões de pessoas conectadas a internet, compartilhando informações, trocando experiências, buscando diversões, por meio de Portais, Blogs, Mídias Sociais e buscadores. Agora, a força está no Marketing boca a boa. As pessoas confiam umas nas outras e o input final da compra é gerado muitas vezes pela indicação e experiências de outras pessoas.

O breve cenário exposto instigou o seguinte questionamento: Qual será o futuro do Marketing? No “novo cenário” visando o comportamento do consumidor vemos o Marketing 1.0 e Marketing 2.0 com muita relevância; desenvolver e especificar o produto, criar um posicionamento, definir missão, visão e valores da empresa, criar um diferencial e, principalmente, pensar na satisfação do cliente. Porém, temos que pensar no marketing como uma forma de se conhecer, observar e analisar o comportamento do consumidor, mergulhar fundo nas ferramentas online e deixar que o público mostre as diretrizes que o profissional deverá tomar.

Aplicando o conceito de Marketing Digital junto ao “futuro do marketing”, podemos planejar as seguinte ações para o seu negócio:
1 – Crie um site relevante:
• Pense no que o consumidor quer saber;
• Elabore conteúdos relevantes;
• Crie interatividade, dando importância para opinião do seu público;
• Divulgue seus conteúdos em Mídias Sociais, Imprensa, diretórios e Blogs.

2 – Mídias Socias
• Analise em quais mídias sociais o seu consumidor está;
• Faça contato diário com seus seguidores (Colocando informações relevantes);
• Mostre se aberto a crítica, mostrando rapidamente a solução;
• De importância para idéias novas;
• Crie promoções que beneficie o consumidor;

3 – Email Marketing
A construção da sua mala-direta é um patrimônio para a sua empresa, aproveite estabeleça um contato semanal e de preferência que envolva os seguintes itens:
• Divulgue promoções para beneficio do consumidor
• Divulgue novos conteúdos relevantes como artigo e notícias
• Divulgue campanhas e ações de descontos
• Crie sempre uma propaganda que definam bem sua missão, visão e valores.

O contato diário e aberto vai mostrar para o seu consumidor que sua empresa é comandada por pessoas de carne e osso e que a opinião dele é importante. Olhar para esse novo cenário e perceber que o modo de se expressar do Ser Humano mudou, que suas defesas ganharam forças a partir de um click. As empresas precisam rever detalhes emocionais e espirituais do consumidor, pensar em soluções para problemas sociais do Mundo.

Esse conceito envolve as definições do livro Marketing 3.0 escrito por Philip Kotler, que em uma passagem cita as seguintes palavras: “Em épocas de crise econômica global, o marketing 3.0 adquire relevância ainda maior para a vida dos consumidores, na medida em que eles são afetados por rápidas mudanças e turbulências nas esferas social, econômica e ambiental”.

Fonte: http://mundodomarketing.com.br/artigos/antonio-savino/23494/o-futuro-do-profissional-de-marketing.html

 


 

Pessoas com maior memória operacional – que lhes permite ter na mente mais informação e manipulá-la – distraem-se mais facilmente, concluiu um novo estudo científico, citado pelo semanário Expresso.

 

 

Levado a cabo por Daniel Levinson e Richard Davidson, da universidade norte-americana de Wisconsin-Madison, e Jonathan Smallwood, do instituto suíço Max Planck, o estudo relaciona a maior memória operacional com a tendência da mente para se dispersar mais facilmente quando se desempenha tarefas rotineiras.

 

 

As conclusões, divulgadas na publicação científica Psychological Science, são baseadas na observação de um grupo de voluntários, a quem foi pedido para desempenharem uma ou duas tarefas simples, como premir um botão quando determinada letra surgisse num ecrã, ou simplesmente premi-lo ao ritmo de cada inspiração.

 

 

Periodicamente, os investigadores conferiam quais os participantes cujas mentes se dispersavam mais da tarefa que estavam a desempenhar. No fim, mediram a memória operacional de cada um, avaliando-a pela capacidade de memorizarem uma série de letras, que lhes eram apresentadas enquanto tinham de resolver problemas matemáticos simples.

 

 

Os resultados estabeleceram a primeira correlação entre a maior memória operacional com a tendência da mente para se dispensar por outros pensamentos.

 

 

Capacidade para mais raciocínios

 

 

A maior memória operacional parece conferir uma maior capacidade para se efectuar diversos raciocínios em simultâneo, algo que é muito útil no dia a dia.

 

 

“Os nossos resultados sugerem que o tipo de planificação que as pessoas fazem frequentemente na sua vida diária – quando estão no autocarro, a ir de bicicleta para o trabalho ou a tomar duche – é provavelmente efectuada através da memória operacional”, refere Jonathan Smallwood, salientando que “os seus cérebros estão a tentar alocar recursos nos seus problemas mais prementes”.

 

 

Muitos já terão tido a experiência de, ao chegarem a casa fazendo o seu percurso habitual, não se lembrarem de grande parte do mesmo, ou de após lerem várias páginas de um livro não terem retido praticamente nada.

 

 

“É quase como se a sua atenção estivesse tão absorvida por outros pensamentos que não sobrasse espaço para se recordarem de que pretendiam estar a ler”, explica Daniel Levinson.

 

 

Indicador das nossas prioridades

 

 

Curiosamente, a tendência para os que dispõem de maior memória operacional se dispersarem apenas se verificou quando as tarefas eram mais rotineiras. Quando os investigadores aumentaram a dificuldade, introduzindo fatores de distração sensorial, a tendência para a dispersão diminuiu.

 

 

O modo como a nossa mente divaga parece ser um indicador das nossas prioridades.

 

 

Levinson está agora a estudar justamente como o treino da atenção para aumentar a memória operacional irá afetar os “pensamentos distrativos”, para perceber melhor a conexão e a possibilidade de as pessoas a controlarem.

 

FONTE: http://www.rcmpharma.com/actualidade/id/21-03-12/pessoas-distraidas-podem-ter-cerebros-mais-eficazes

 

 

 


É papel do líder ajudar o time a definir o que deve ser feito primeiro e o que deve ser feito depois

Ao escrever este artigo minha intenção é justamente colocar o tema na pauta de todo empreendedor, diretor e CEO. Um dos maiores problemas de produtividade que enfrento em consultoria para empresas de qualquer porte e estágio de desenvolvimento é a falta clara de estratégias de priorização. Em geral tudo é para ontem e prioritário. As empresas estão sofrendo do “mal da prioridade”, sem essa clareza, muito se trabalha, muito estresse é gerado e no final pouca execução e resultado acontece de verdade.
Imagine a seguinte situação corriqueira: um membro da sua equipe está trabalhando quando surge uma demanda urgente para ser atendida. Dois clientes com urgências pedem uma solução ao mesmo tempo(entenda cliente como interno ou externo). O primeiro cliente é tranquilo, calmo e expressa sua urgência de forma mais educada. Já o segundo cliente é extremamente mal humorado, indelicado, grosso e fica gritando.Qual dos clientes você acha que seu colaborador vai atender primeiro? O calmo ou o nervosinho? Se ele estiver em uma empresa sem estratégias de priorização, com certeza o cliente nervosinho será priorizado. Isso é porque as pessoas dentro de empresas sem prioridade, acabam por definir a ordem de execução através da gritaria e não de prioridades.

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Imagem: Thinkstock

 

É papel do líder ajudar o time a definir o que deve ser feito primeiro e o que deve ser feito depois. Sem essa definição, tudo é priorizado de forma empírica, por gritaria ou de forma errada. E pode ter a certeza, de que a culpa não é do time.

Existem dois níveis de prioridades que precisam ser definidas: as corporativas e as departamentais. Há algum tempo extingui as prioridades de unidades de negócios, por não se tornarem práticas no dia a dia. As prioridades corporativas têm ligação direta com a estratégia, missão, visão e decisões do board para o período em exercício. Prioridades corporativas devem ser específicas, ter uma ordem de importância, e não devem ultrapassar três ou quatro prioridades.

As prioridades departamentais têm obviamente ligação com as prioridades corporativas, mas tem ligação com o dia a dia do departamento, de uma forma bem prática e objetiva.

A partir do momento em que as prioridades estiverem definidas é preciso comunicá-las da forma adequada. Todos na empresa precisam saber exatamente o que deve ser feito quando duas coisas urgentes exigirem atenção imediata. Não pela gritaria, coleguismo, nível hierárquico de quem está pedindo, mas de acordo com o que é mais importante para a empresa, que ajuda os objetivos a serem alcançados e coloca o time focado no senso de importância e não nas urgências.

Um cliente nosso da área de IT definiu suas prioridades corporativas e departamentais. A escala de prioridades foi customizada no sistema de CRM, que facilita a visualização da prioridade de atendimento através de um score. Nenhum cliente fica sem atendimento, mas eles são priorizados de acordo com o que é realmente foco da empresa.

Sem produtividade, nenhuma empresa consegue permanecer competitiva no mercado por muito tempo. Que tal começar com o assunto de prioridades? Pense nisso!

Por Christian Barbosa

Fonte:http://www.administradores.com.br/


O significado da Páscoa

A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.

Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a “passagem” de Cristo, da morte para a vida.

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

Nossos amigos de Kidlink nos contaram como se escreve “Feliz Páscoa” em diferentes idiomas. Assim:

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

 Vamos ver agora como surgiu o chocolate…
Quem sabe o que é “Theobroma”? Pois este é o nome dado pelos gregos ao “alimento dos deuses”, o chocolate. “Theobroma cacao” é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.

Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.

Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.

Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.

 E o coelho?

A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!

 Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.

Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”.

De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.


As pessoas que consomem chocolate várias vezes por semana, poderão ser mais magras do que aquelas que evitam este alimento, sugere um estudo realizado nos EUA e cujos resultados foram publicados na revista científica Archives of Internal Medicine. A contrariar o senso comum, a investigação apurou que o elemento importante é a frequência do consumo de chocolate e não a quantidade consumida. Enfim, pode comer-se, desde que seja de forma regular, avança o Diário de Notícias.

 

Os cientistas investigaram 1000 pessoas, observando a sua dieta, consumo de calorias e índice de massa corporal (IMC), indicador que identifica a obesidade. Ora, o consumo regular de chocolate, apesar de implicar a absorção de muitas calorias, estava ligado a um IMC mais baixo. As hipóteses destes resultados serem obtidos por acaso são de apenas 1%, dizem os investigadores, liderados por Beatrice Golomb, da Universidade da Califórnia em San Diego.

 

Com esta base estatística, a conclusão da equipa é de que a composição das calorias tem importância na formação do peso. E o chocolate preto é um alimento que os cientistas sabem ter efeitos positivos para o organismo, pois possui anti-oxidantes que eliminam os radicais livres instáveis capazes de danificarem as células, além de outros compostos que melhoram a pressão arterial ou o nível de colesterol. Apesar de todos estes aspectos positivos, a informação não exclui a prudência. Demasiado chocolate fará certamente engordar. Comer de vez em quando, além de uma prazer, será também benéfico.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/27-03-12/chocolate-pode-ajudar-emagrecer


Itens de saúde, beleza e medicamentos estão entre os mais vendidos pela internet, segundo o estudo Web Shoppers. O resultado se repetiu nos últimos três anos em que o levantamento foi realizado e sugere a consolidação do que, antes, era apenas uma tendência. Em comum, esses produtos são comercializados por farmácias e drogarias. Isso demonstra não apenas uma oportunidade de negócios, mas a obrigação que os empresários do setor têm de investir nessa modalidade de vendas.

Neste momento, as vendas online e pelo telefone se tornaram requisitos básicos. Não se trata apenas de expandir o mercado, embora este seja o objetivo principal, mas também da manutenção dos clientes. O raciocínio é simples: A cada dia mais consumidores vão adotar a comodidade de realizar suas compras sem sair de casa. Se a sua farmácia não oferecer essa alternativa, eles vão procurar outra.

Mas o delivery deve ser planejado com metas mais ambiciosas do que simplesmente oferecer uma opção a mais para clientes já estabelecidos. É preciso cuidado para que o projeto não se transforme apenas em uma migração do comércio da loja para a internet.

A freqüência do público dentro das drogarias facilita a fidelização e estimula a compra de outros produtos, por isso deve ser preservada. O delivery é fundamentalmente uma ferramenta para a expansão das vendas e que, eventualmente, também será desfrutado pela clientela tradicional.

Para que esses resultados apareçam são necessárias atenção especial para a estratégia de divulgação e, principalmente, para a qualificação da mão-de-obra. Os atendentes, o farmacêutico e a eficiência da entrega, têm papel fundamental, pois é por meio deles que o consumidor vai avaliar o serviço. Ao mesmo tempo é essencial identificar qual o público que a drogaria deseja agregar e preparar uma divulgação específica para essas pessoas.

Essa preocupação não deve ser de exclusividade das grandes empresas. Pelo contrário, as grandes redes já têm serviços estruturados e foram responsáveis por essa mudança de hábito de consumo. Agora é o momento das pequenas e médias se adequarem, pois elas ainda têm uma grande parcela de mercado para atender.

É fundamental o planejamento. Antes de iniciar o projeto é preciso um plano de negócios com metas bem claras e que leve em conta a área de atuação, tecnologias empregadas, necessidade de contratação de novos funcionários, revisão da tabela de preços, forma de pagamentos e o incremento projetado para o negócio. E o ideal, é começar da maneira “mais prudente”, principalmente considerando que as margens de lucro são baixas. Precisa ser levado em consideração também que esse tipo de serviço estimula venda no cartão de crédito que previne a inadimplência, mas compromete a margem por conta das taxas do cartão. Com objetivos bem definidos e organização é possível obter bons resultados e manter-se competitivo, agregando serviço e fidelizando clientes.  

Por Danieli Junco

Fonte: http://maispelasaude.com.br/2012/03/13/produtos-vendidos-por-drogarias-lideram-comercio-na-internet/


Aproveitar a experiência do atual emprego pode ajudar os que têm espírito empreendedor a desenvolver o modelo de negócio próprio, mas não têm conhecimento de mercado. Especialistas consultados pelo UOL afirmam que estar atento à rotina e aos procedimentos da empresa é um excelente aprendizado para futuros empresários.

Grandes e médias empresas, geralmente, possuem setores e procedimentos administrativos mais estruturados e organizados. Muitos desses processos podem ser fontes de inspiração para o futuro empreendedor, que deve ter a capacidade de adaptar a lógica da grande empresa ao negócio que deseja abrir.

Mesmo quem trabalha em um pequeno negócio pode tirar proveito da experiência para ter ideias de como abrir e gerenciar uma empresa. Antes de fundar a rede China in Box, o proprietário Robinson Shiba trabalhou em restaurantes lavando pratos e entregando pizzas. Foi quando teve a inspiração para montar seu próprio negócio.

Segundo o professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper (Instituto de Pesquisa e Ensino), Marcelo Nakagawa, a observação é uma das principais características de um empresário de sucesso. Ele deve prestar atenção em cada detalhe da empresa, deste o cartão de visita até a relação com clientes e fornecedores. “Todo grande empreendedor é um grande observador, é uma pessoa que aprende com facilidade e sabe analisar cada situação”, afirma.

Cinco passos para virar patrão

1. Observação

Atente-se a todos os procedimentos da empresa, desde o cartão de visita, até a execução do trabalho, relação com clientes e fornecedores, divulgação da empresa e funcionamento do site. Em uma observação atenta, é possível identificar falhas que, se melhoradas, podem significar uma nova oportunidade de negócio.

2. Contatos

Converse e mantenha contato com pessoas de áreas diferentes da sua. Procure se relacionar com o pessoal de vendas, produção, financeiro e marketing. Assim, é possível entender a dinâmica entre as áreas e a importância de cada uma para o negócio. Consulte organogramas, manuais e outros materiais disponibilizados pela empresa que sejam de livre acesso.

3. Soluções

Coloque-se tanto no lugar do dono do negócio como no do cliente. Tente visualizar necessidades e soluções para atender às demandas ou resolver falhas identificadas. Pense: “Como eu resolveria este problema agora?” ou “Se eu tivesse de resolver este problema em um minuto, o que eu faria?” Desta reflexão, pode surgir um diferencial do seu negócio.

4. Aolicação

As soluções elaboradas precisam ser aplicáveis. De nada adiantará uma ideia inovadora se ela for custosa ou demorada demais. As alternativas precisam ter condições de sair do papel. Pense nisso e trace um plano de ação para suas ideias.

5.  Saída

você encontrou uma oportunidade, criou um diferencial, planejou o negócio e vai executá-lo. Ao sair da empresa, procure deixar claras as suas intenções. Explique exatamente o motivo de sua saída e agradeça pela oportunidade de aprendizado. Futuramente, esta empresa poderá ser sua cliente ou parceira. E não é bom iniciar um negócio com fama de antiético.

Buscar informações sobre o funcionamento da empresa também é uma etapa importante para quem quer administrar o próprio negócio. Para isso, o empreendedor tem de manter contato com pessoas de todas as áreas, desde a parte operacional até a administrativa e financeira, para entender a dinâmica entre elas e a importância que têm para o negócio.

Como nas grandes empresas o acesso às pessoas dos cargos executivos é menor, a alternativa é consultar o máximo de material de livre acesso disponibilizado pela empresa, como manuais de conduta, e até mesmo conversar com o encarregado imediato, que, na maioria dos casos, também acumula funções administrativas. “O empresário precisa saber como planejar e vender seu produto”, diz Nakagawa.

Identificar falhas e pensar em melhorias

É comum funcionários identificarem falhas na rotina de suas empresas. O empreendedor não apenas deve perceber esses problemas, mas pensar em medidas para solucionar a questão. Às vezes, da solução para um processo pode surgir uma oportunidade de negócio.

Foi o que motivou o professor de inglês paranaense Fabio Ivatiuk a abrir uma unidade da franquia InFlux English School em Irati (PR), sua cidade natal. Ele lecionou em várias escolas de idiomas de Curitiba (PR). 

Na sua experiência como professor em diversas escolas, notou um certo distanciamento entre funcionários e alunos, algo que prejudicava o negócio. “Até os próprios professores não se relacionavam bem entre si. Pensava que se um dia fosse o dono, faria diferente.”

Em apenas 14 meses de atuação, a escola administrada por Ivatiuk alcançou a marca de 220 alunos matriculados e há quatro meses inaugurou sua segunda unidade franqueada, em Ponta Grossa (PR).

Na opinião do diretor de educação e pesquisa da Endeavor, organização sem fins lucrativos de apoio ao empreendedorismo, Juliano Seabra, colocar-se no lugar do patrão ou do cliente ajuda a encontrar melhorias para as falhas na empresa. “É interessante o empresário pensar ‘se eu tivesse de resolver o problema agora, o que eu faria?’. A solução está na mão dele”, declara.

Além de imaginar uma forma de eliminar o problema, a alternativa precisa ser aplicável. Caso o custo para implantá-la seja muito elevado ou o processo de implantação longo, a ideia tende a permanecer apenas no papel. “Tem muita gente com soluções na cabeça, mas que não consegue implantar”, afirma o diretor de educação e pesquisa da Endeavor.

Seabra diz que, no momento de sair da empresa, é importante o empreendedor deixar claros os seus planos. Agir de forma ética pode fazer com que o antigo patrão se torne um parceiro ou até mesmo um cliente no novo negócio. “Em uma conversa franca, deve-se agradecer pelo aprendizado e explicar que não houve roubo de informação.”

Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/03/12/veja-como-usar-a-experiencia-no-emprego-para-virar-patrao.jhtm

Afonso Ferreira

Do UOL, Em São Paulo

Os números são altos: 46% da população tem dor de cabeça, 42% sofrem de dor de cabeça tensional, 11%, de enxaqueca e 2%, de enxaqueca crónica. Além do grande número de pessoas que em algum momento das suas vidas se deparam com baixa produtividade e piora na qualidade de vida devido a uma dor, os dados também demonstram a grande frequência da doença e como se confunde com um “estado normal”. Ou seja, para não parar as suas vidas por conta da dor de cabeça, muitos pacientes optam pelo caminho considerado mais rápido e pontual: a automedicação para aliviar o problema naquele momento, escreve a Exame.

 

Um estudo recente publicado no “Atlas of Headache Disorders”, da Organização Mundial da Saúde (OMS), mostrou que 50% das pessoas com dor de cabeça praticam a automedicação sem ter tido nenhum contato com profissional da saúde. “As pessoas começam a conviver com a dor e não percebem que o uso de medicamentos sem o diagnóstico correto e acompanhamento médico só levará a um agravamento do problema, ou seja, irá torna-se crónica com aumento na frequência em que irá ocorrer e na intensidade”, explica o médico Leandro Calia, neurologista do Albert Einstein e professor titular da disciplina de neurologia da UNISA.

 

Essa atitude de se automedicar tem-se revelado cada vez mais um problema de saúde pública. Um artigo publicado este ano na revista Pain trata o uso abusivo de medicamentos para tratar a dor de cabeça como uma pandemia silenciosa. De acordo com Calia, existem mais de 150 diferentes tipos de dor de cabeça e é fundamental que um neurologista faça o correto diagnóstico da doença e indique o tratamento mais adequado para cada caso.

 

O tratamento, por exemplo, da enxaqueca crónica – caracterizada por no mínimo 15 dias de dor de cabeça, com duração de mais de quatro horas por dia, por mais de três meses – é complexo e envolve uma série de medidas medicamentosas e não medicamentosas.

 

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil (ANVISA) aprovou o uso da toxina botulínica para enxaqueca crónica. Porém, o medicamento não deve ser usado para outros tipos de dores de cabeça porque ainda não existem estudos que comprovem sua eficácia e cada dor possui características distintas.

 

“No caso do tratamento referido, o estudo que foi realizado com mais de mil pessoas mostrou que além das crises terem diminuído em 50%, em número de dias e horas de dor, houve uma queda também no uso de medicamentos orais, que provocam efeitos colaterais e o agravamento da dor ao longo do tempo. Além disso, o excesso de medicação causa um impacto económico na vida destes pacientes” conclui Calia.

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/07-03-12/automedicacao-pode-piorar-dor-de-cabeca


O decreto entra em vigor no dia de hoje, produzindo efeitos a partir de 1° de janeiro de 2012.

O Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, fez publicar hoje o Decreto Nº 57.816: regulamentando a base de cálculo para fins de retenção e pagamento do ICMS dos medicamentos integrantes do elenco de produtos disponibilizados no âmbito do “Programa Farmácia Popular do Brasil – Aqui Tem Farmácia Popular”, instituído pelo Governo Federal por meio do Decreto 5.090, de 20 de maio de 2004.
 
As novas bases serão:
 
1 – a média ponderada dos preços a consumidor final usualmente praticados no mercado, apurada por levantamento de preços e fixada pela Secretaria da Fazenda;
 
2 – na ausência da base de cálculo mencionada no item 1, o “valor de referência” divulgado por ato editado pelo Ministério da Saúde que dispõe sobre o citado Programa, devendo ser observados o princípio ativo, a concentração e a unidade farmacotécnica constantes do referido ato.
 
As referidas bases de cálculo deverão ser observadas independentemente de a aquisição do medicamento pelo consumidor final ocorrer, ou não, por meio do “Programa Farmácia Popular do Brasil – Aqui Tem Farmácia Popular”.
 
 


Fonte: http://www.idvf.com.br/NoticiaCompleta.aspx?id=2590


A previsão é feita com base no Fator de Produtividade, índice calculado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), publicado ontem no Diário Oficial, que foi de 6,1%.

Remédios com preço controlado pelo governo deverão ter aumento máximo de 5,4%, avalia o presidente da Associação Pró-Genéricos, Odinir Finotti.


A previsão é feita com base no Fator de Produtividade, índice calculado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), publicado ontem no Diário Oficial, que foi de 6,1%. Para cálculo exato, é preciso aguardar a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de fevereiro.

“Nossa estimativa é de que o aumento máximo seja em torno de 5,4%. Para remédios que não têm concorrência no mercado, a previsão é de que o índice seja negativo em 0,3%, ou seja, redução de preço”, disse.

O reajuste entra em vigor a partir de 31 de março. As regras valem para cerca de 20 mil itens, como antibióticos e remédios de uso contínuo. Medicamentos de alta concorrência, fitoterápicos e homeopáticos não precisam obedecer esses indicadores.

O cálculo do índice é feito com base em vários fatores. O IPCA acumulado entre março de 2011 e fevereiro de 2012 será um deles. São levados em conta a competitividade do remédio no mercado e o nível de participação de genéricos nas vendas. O ganho de produtividade, divulgado ontem, também importa. Os indicadores são usados para fixar três faixas de ajuste: quanto maior a competitividade, maior o aumento autorizado.

Alta. O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, afirma que o índice de produtividade 6,1% é um dos mais altos registrados. Isso ocorreu, diz, por causa do maior acesso da população a remédios. “Nos anos 1990, o faturamento do setor se alterava só com o preço.”

Fonte: Lígia Formenti – O Estado de S.Paulo – 17/02/2012
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