Consultoria em marketing e gestão de processos na área da saúde

 

A MSD (conhecida como Merck & Co. nos EUA) anunciou a formação de uma nova joint venture com a Supera Farma Laboratórios S.A., uma companhia farmacêutica brasileira de propriedade da Cristália e da Eurofarma. A nova joint venture vai comercializar, distribuir e vender uma carteira de produtos farmacêuticos inovadores e genéricos de marca da MSD, Cristália e Eurofarma exclusivamente no setor de varejo brasileiro, avança o site BusinessWire. “A MSD está muito satisfeita de poder formar parceria com duas das principais empresas farmacêuticas do Brasil, empresas com as quais temos em comum o compromisso de aprimorar o atendimento à saúde para a população do Brasil”, disse o presidente e CEO da Merck, Kenneth C. Frazier. “Esta empresa conjunta é um passo importante em direção à nossa estrutura de expandir a nossa organização em mercados-chave e aprimorar o acesso global aos nossos medicamentos e vacinas”, acrescentou. Graças à joint venture com a Supera, a MSD obterá experiência adicional a nível local, uma carteira maior de produtos e uma rede de distribuição forte, oferecendo à população do Brasil um acesso maior a medicamentos. A carteira inicial da joint venture abrangerá aproximadamente 30 produtos em uma grande variedade de áreas de terapia. A joint venture contará com uma força de vendas específica, separada da Merck, Cristália e Eurofarma, mas aproveitará as infra-estruturas existentes dessas empresas para determinadas actividades, como a formação da força de vendas. As empresas matrizes continuarão mantendo os seus próprios negócios no Brasil. O presidente da Cristália, Ogari Pacheco, comentou que “Essa joint venture é uma combinação da criatividade da Cristália, da eficiência comercial da Eurofarma e da inovação da MSD”. O presidente da Eurofarma, Maurizio Billi, acrescentou: “Estamos a compartilhar conhecimentos e a combinar o que há de melhor em cada companhia, fazendo com que esta joint venture seja mais competitiva no mercado brasileiro. A parceria com a MSD é uma jogada estratégica para avançar o acesso a produtos farmacêuticos inovadores”. A MSD será proprietária de 51% da joint venture, representada por uma subsidiária, e a Cristália e a Eurofarma possuirão juntas 49% da participação. A empresa conjunta será administrada por uma diretoria em comum e o staff de liderança será formado por membros da gerência sénior das três companhias. A criação oficial da joint venture está sujeita ao preenchimento de determinados acordos referentes às condições de fechamento, mas está previsto que serão concluídos posteriormente em 2012.

 

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/17-02-12/msd-forma-joint-venture-no-brasil

 

Cerca de 30% dos medicamentos que circulam no Brasil são medicamentos falsificados. O alerta vem do presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, ETCO, Roberto Abdenur, com base em dados oriundos da Organização Mundial da Saúde (OMS), avança o site Tribuna da Bahia.

 

“Esse comércio ilegal envolve cifras que oscilam anualmente entre 5 mil milhões e 8 mil milhões de reais, provenientes do comércio de medicamentos que resultam de roubo, contrabando, distribuição de fármacos falsos ou ilegais. Apenas os falsos chegam a cerca de 30% dos medicamentos em circulação no Brasil, de acordo com a OMS”, diz o responsável.

 

E acrescenta: “No mundo inteiro, a taxa média é de 10%. Para se ter uma ideia da força dessa indústria de risco, apenas no primeiro semestre de 2011 a apreensão de mercadorias por contrabando, falsificação e pirataria no Brasil aumentou em 51% em relação ao mesmo período de 2010, segundo a Receita Federal. “Um dado por si só alarmante, mas que fica ainda pior quando se dirige um olhar apenas às cargas de medicamentos apreendidas e se chega ao assustador crescimento de 180,5% em comparação com o ano anterior”, refere.

Roberto Abdenur ressalta que a situação envolvendo medicamentos falsificados percorre a América Latina, Sudeste da Ásia e África. Segundo ele, dados da OMS apontam que 30% da comercialização de medicamentos nessas localidades são ilegais. Abdenur destaca a situação que põe em cheque a saúde dos doentes brasileiros.

 

“Podemos observar tanto a actuação de falsificadores em menor escala quanto do crime organizado, uma vez que a fabricação de medicamentos falsificados tornou-se extremamente rentável. Na maioria dos países, as sanções contra a produção de medicamentos falsificados são muito mais brandas do que aquelas aplicadas às drogas ilegais”, refere.

 

O presidente-executivo do ETCO cita também uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência para a Interfarma, no final de 2011.

 

“Depois de ouvir 2.002 pessoas em todo o Brasil, o estudo revelou que um quinto da população brasileira compra remédios sem receita médica. No Nordeste, essa população sobe para quase um quarto, mais exactamente 24%”, diz.

 

Ele faz duras críticas a esse problema. “Compete ao governo investir na consciencialização da população sobre os malefícios dos fármacos ilegais. A auto-medicação é um hábito muito comum no Brasil. Unir esforços em torno da produção de campanhas educativas é uma missão que se impõe aos atores do sector”.

 

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/14-02-12/cerca-de-30-dos-medicamentos-que-circulam-no-brasil-sao-falsificad

Consultoria de marketing Injoy Blend oferece serviços de marketing para novos empreendedores. Segundo a diretora da empresa, Danieli Junco, o setor é promissor – “a demanda é grande, mas ainda há pouca oferta de serviços para o segmento”, afirma.

Há dois anos no mercado, a consultoria de marketing Injoy Blend obteve um expressivo crescimento. O bom desempenho da empresa, conta a diretora da Injoy, é resultado do trabalho específico com pequenos e médios empreendimentos e principalmente empresas startups. “Ainda há pouca oferta de serviços especializados para o segmento”, avalia Danieli Junco. A empresária afirma que as grandes agências preferem não atender os pequenos e médios, resultando em um promissor nicho de mercado. “Para nós, é uma oportunidade”, completa.

Segundo a especialista, quem está começando tem a necessidade de se comunicar com o mercado de maneira eficaz para driblar a concorrência cada vez mais acirrada. “E é justamente aí que entra o marketing”, enfatiza. Desde os primeiros passos do empreendimento, ensina ela, o marketing deve estar presente, podendo, inclusive, nortear o futuro do negócio. “Começar no mercado com uma marca forte e bem estruturada é uma das chaves para o sucesso”, afirma.

Identidade da empresa
Danieli explica que a marca é uma das primeiras formas de contato do consumidor com o empreendimento. Por isso, diz ela, não importa o tamanho do negócio, a construção de uma marca forte e atrativa é fundamental. “A marca deve ser pensada para criar relações de proximidade, segurança, desejo, empatia. É a identidade da empresa”, exemplifica.

A diretora da Injoy comenta ainda que, em grandes companhias, a marca pode valer várias vezes mais que o patrimônio da empresa. “É um elemento que adquire um valor praticamente imensurável, capaz de definir o comportamento do consumidor em relação a um produto ou serviço”. 

Gestão da marca
Dada a importância da marca, continua a executiva, é importante gerenciá-la de forma adequada, contando com um suporte profissional. “Deixar a tarefa sob responsabilidade de familiares e amigos, por exemplo, pode trazer consequências negativas, como não identificação do público-alvo e falhas de processo como não se dar conta de que o nome ou a identidade visual já esta vinculado à outra empresa”. 

Para a gestão correta da marca, acrescenta Danieli, a solução ideal é o branding. “O branding é a criação e o gerenciamento do conceito da marca. Mas começa com elementos objetivos,
como a criação de um nome, o desenvolvimento de um logotipo e slogan e uma série de outros itens que estabelecem a identidade visual da empresa”, explica.

Marketing para todos (os bolsos)
A diretora da Injoy Blend revela também que uma das principais estratégias da consultoria é mostrar que o marketing para startups é viável. “Oferecemos soluções de marketing para todos os bolsos. Nosso diferencial é justamente propor soluções gradativas, concordando com as necessidades e porte do cliente”. 

Fonte:

http://www.tudodoms.com.br/noticia/geral/25,21128,consultoria-oferece-solucoes-de-marketing-para-empresas-startups

A MSD reportou um lucro do quarto trimestre que superou as estimativas, impulsionado pelo crescimento das vendas de medicamentos para a diabetes. A empresa previu ainda resultados para 2012 que foram ao encontro das previsões, avança o jornal económico OJE.

Desta forma, o resultado líquido da segunda maior farmacêutica norte-americana fixou-se nos 1,51 mil milhões de dólares (1,15 mil milhões de euros), ou 49 centavos por ação, em contraste com o prejuízo de 531 milhões de dólares (404,8 milhões de euros), ou 17 centavos por título, sofrido um ano antes. Os ganhos, excluindo itens extraordinários, de 97 centavos de dólar por ação excederam em 2 centavos a média das 18 projeções recolhidas pela agência Bloomberg.

Por outro lado, a MSD espera um resultado anual, excluindo itens extraordinários, contido no intervalo entre os 3,75 dólares e os 3,85 dólares por ação, igualando as estimativas dos analistas do setor. Recorde-se que a multinacional norte-americana suprimiu postos de trabalho com o objetivo de reduzir os custos, numa altura em que prepara a chegada de concorrentes genéricos para o tratamento contra a asma Singulair®.

A MSD introduziu no mercado um medicamento para a hepatite C, no ano passado, e está a preparar um segundo.
 

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/03-02-12/msd-bate-estimativas-de-lucro

O número de doentes que chegam às urgências com problemas cardíacos porque não têm dinheiro para comprar os medicamentos está a crescer. O alerta é feito por especialistas que admitem que a crise está a ter um impacto grave na saúde, sobretudo dos mais idosos, que estão a abandonar os tratamentos por falta de capacidade económica, avança o semanário SOL.

“Todas as semanas faço pelo menos um internamento de um doente que viu o seu problema de saúde agravado porque não podia comprar os medicamentos”, diz ao SOL o director do serviço de cardiologia do Hospital Amadora-Sintra. “Cada vez é mais frequente e está a tornar-se um problema social terrível”.

Vítor Gil explica que muitos doentes que sofreram um enfarte têm outros problemas de saúde (como hipertensão, diabetes ou colesterol elevado) e são grandes consumidores de remédios. Mas as dificuldades económicas levam-nos a sair das farmácias apenas com parte do tratamento: “Tomam uma grande quantidade de medicamentos e mesmo os genéricos no mercado são caros para as reformas que recebem”.

É o caso dos doentes que já sofreram um enfarte e colocaram um stent (um ‘clipe’ nas artérias que permite a circulação do sangue): para prevenirem tromboses têm de tomar remédios diariamente, chegando a gastar mais de 50 euros no tratamento para um mês. Isto já depois de descontada a comparticipação do Estado.

As embalagens de um dos dois remédios mais usados (clopidogrel) podem custar até 48 euros, ficando a 37 euros para os utentes do regime especial. A este remédio, que tem alternativa genérica, juntam-se depois os medicamentos para o colesterol e para a hipertensão, o que faz crescer a factura na farmácia.

“Há doentes que, pelas suas características, precisam de usar certos medicamentos que ainda não têm genérico”, acrescenta Nunes Diogo, director do serviço de cardiologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Por seu turno, Vítor Gil lembra que as épocas de crise tendem a agravar os problemas cardíacos e que isso já se reflecte no atendimento aos doentes no seu hospital.

“Dezembro e Janeiro foram dois meses loucos ao nível da urgência cardiovascular do Amadora-Sintra”, admite.

Poupar nos medicamentos é gastar mais em cuidados

Em 42 anos como especialista em Santa Maria, Nunes Diogo já viu doentes entrarem nas urgências com novos enfartes e até morrerem por não tomarem a medicação. Esse risco é cada vez maior.

“Os problemas de aderência têm aumentado imenso”, reconhece, lembrando que, às graves consequências para a saúde pública, juntam-se o crescimento dos gastos do Serviço Nacional de Saúde. “Poupa-se nos medicamentos, mas, como aumentam os cuidados de saúde, a factura acaba por ser mais pesada para o erário público”, defende o especialista.

Medicamentos gratuitos

Os casos mais complicados de falta de recursos são encaminhados para as assistentes sociais do Santa Maria, que tentam que instituições de solidariedade, como as Misericórdias, lhes garantam o fornecimento de tratamentos gratuitos ou mais baratos.

A mesma solução é adoptada no Hospital de S. João, no Porto. Em alguns casos, o apoio vai mais longe.

“Em situações mais extremas, é o hospital que, pontualmente, fornece o tratamento gratuitamente”, explica a directora-clínica Margarida Tavares. É o caso de alguns remédios pediátricos, certos tratamentos para a osteoporose ou antifúngicos fundamentais para o seu tratamento. “Temos de reforçar o apoio social aos casos mais graves. Não tenho qualquer dúvida que uma franja alargada de pessoas tem grandes dificuldades em pagar a medicação”.

 

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/politica-de-saude/03-02-12/mais-doentes-internados-por-falta-de-medicamentos

 
 
Levantamento realizado pela Michael Page com dois mil executivos no LinkedIn aponta as frentes de trabalho mais propícias a gerar oportunidades este ano

O setor de Serviços será o mais promissor para os profissionais de Marketing em 2012. É o que diz um levantamento realizado pela Michael Page com dois mil profissionais de nível executivo em uma enquete no LinkedIn. Segundo o estudo, metade dos participantes acredita que o setor será o maior empregador de profissionais da área este ano.

Em segundo lugar aparece o Comércio (15%), seguido por Indústria e Agronegócios, ambos com 10%. Há ainda 15% que acreditam que todos os setores contratarão mais pessoas ligadas ao Marketing. O setor de Serviços já representa uma parte importante do PIB Nacional e abrange diversas frentes, como Inteligência de mercado, CRM, Comunicação e Eventos. A Michael Page acredita que a amplitude do mercado possibilita o surgimento de maiores oportunidades.

leticia@mundodomarketing.com.br

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing

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Saiba quais métricas são importantes para acompanhar o desenvolvimento das pequenas empresas

 

São Paulo – Você sabe qual a lucratividade do seu negócio? Já parou para medir o retorno de uma campanha de marketing? Ou conhece o custo real das suas mercadorias? Se o empreendedor não sabe esses números, fica mais difícil medir se o negócio está dando certo ou não.

Para ajudar nesta tarefa, EXAME.com consultou dois especialistas em finanças para ensinarem quais métricas são realmente importantes para as pequenas empresas. Além de planilhas e indicadores, esses dados ajudam a manter o negócio mais organizado e potencializar o crescimento.

1. Campanhas de marketing

Com a evolução das mídias digitais, ficou mais fácil para os donos de pequenas empresas anunciarem seus produtos. A grande questão é medir se as estratégias de marketing estão sendo eficientes para atrair novos clientes. “É preciso diagnosticar no momento da venda se o cliente veio até a loja por causa da campanha”, sugere Maurício Galhardo, sócio-fundador da Práxis Education.

Uma forma de fazer isso é atrelar uma promoção à campanha e dar algo em troca para quem disser que viu o anúncio. Assim, o cliente já chega na loja dizendo que veio pela publicidade porque leva alguma vantagem. Outra maneira é pedir ao caixa ou vendedor que pergunte como o consumidor conheceu a marca. “Esta forma é menos eficiente porque o vendedor pode se esquecer de perguntar ou de anotar”, diz Galhardo. Com os números contabilizados, é possível saber se as vendas decorrentes da campanha valem o investimento.

2. Capital de giro

Este é um número que o empreendedor precisa ter na memória. “O capital de giro é o volume de dinheiro necessário para a operação funcionar”, explica  Adriano Gomes, professor de finanças da ESPM . Há uma diferença importante entre o capital de giro em si e a necessidade dele. “Não é o dinheiro no caixa nem o que está faltando. É o volume de recursos para financiar a operação”, define o professor da ESPM. 

3. Lucratividade

A conta é simples: divida o lucro pelo faturamento para saber qual o percentual de lucratividade para a sua empresa. Existem percentuais considerados bons para cada tipo de negócio: 5% na indústria, 8% no comércio e de 20% a 25% no setor de serviços. “Se a lucratividade estiver baixa, procure encontrar o motivo”, diz Galhardo.

São três os principais fatores que derrubam a lucratividade: vendas fracas, gastos descontrolados e inadimplência alta. Investigue cada um desses para identificar o problema. “Se vende bem e gasta bem, precisa descobrir porque o dinheiro não fica no caixa e, aí sim, a causa pode estar em outro lugar”, aconselha o especialista.

4. Custo da mercadoria vendida

Avaliar qual o custo da mercadoria vendida é essencial para saber se você está gastando mais do que deve e prejudicando a lucratividade da empresa. “Se uma mercadoria custa 100 reais para o consumidor e 50 para o vendedor, o CMV seria de 50%”, diz Galhardo. Este é o maior custo que as empresas costumam ter e precisa ser controlado de perto para não prejudicar o negócio. “Um custo de mercadoria vendida muito alto pode ser sinal de que é hora de negociar melhor com os fornecedores”, afirma.

5. Risco financeiro

O risco financeiro costuma ser avaliado por bancos na hora de oferecer crédito para as empresas. “Muitos empreendedores se surpreendem com os juros quando vão pleitear um financiamento. O risco do negócio influencia nisso”, explica o professor de finanças da ESPM. “Quando não tem uma administração profissional, controle interno, relatórios financeiros e os números não são discutidos, o grau de risco é muito alto”, completa. 

6. Controle de preços da concorrência

Em negócios do comércio e da indústria é mais simples fazer um levantamento dos preços da concorrência. Este medidor serve para analisar se você está precificando bem o seu produto. “Vá até a loja concorrente e pesquise o preço de vários produtos e não só do carro-chefe do negócio. Tenha planilhas para saber como os valores evoluem”, ensina Galhardo. Se os seus preços estiverem muito acima dos praticados no mercado, pode ser o momento de rever sua estratégia de formação de preços e tentar negociar melhor com os fornecedores.

7. Turnover

Este indicador mostra qual a rotatividade de funcionários na sua empresa. A conta é simples: divida o número de pessoas que saíram da empresa pela quantidade de pessoas que trabalham atualmente. “Uma empresa com dez funcionários que substituiu quatro nos últimos tempos tem um turnover de 40%”, explica Galhardo. O percentual ideal depende do tipo de atividade. “No varejo, o turnover médio é de 50%. É alto, mas é de mercado. Abaixo de 20% seria um valor muito bom”, diz.

Este número indica que a empresa pode estar desperdiçando dinheiro com treinamento de funcionários que não vão dar retorno ao negócio. “Pode ser um sinal de que a concorrência contrata melhor também”, acrescenta Galhardo. Para reverter esta situação, avalie se os salários estão dentro da média do mercado e ofereça mais treinamentos, por exemplo.

8. Clima organizacional

Em decorrência da alta rotatividade, algumas empresas têm o famoso “clima ruim”. Para avaliar isso, faça uma pesquisa de satisfação com os colaboradores em parceria com o seu departamento de RH. Procure deixar as pessoas à vontade para falar, sugerir e, inclusive, reclamar sobre a experiência que elas têm no trabalho. “Crie um canal entre quem coordena e quem trabalha”, sugere o executivo da Praxis. Se o resultado da pesquisa indicar um clima negativo, procure ter ações que estimulem o relacionamento entre as pessoas, como um almoço ou um café da manhã. “Até uma caixa de sugestões para os funcionários pode ajudar”, indica Galhardo.

FONTE: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/8-formas-de-medir-o-desempenho-do-seu-negocio?page=3&slug_name=8-formas-de-medir-o-desempenho-do-seu-negocio

EXPO FARMÁCIA é o principal evento farmacêutico da América Latina. A feira reúne os principais distribuidores, fabricantes e importadores de produtos e serviços para farmácias, farmácias de manipulação, farmácias hospitalares, drogarias e toda a indústria farmacêutica e cosmética.

Reunindo cerca de 15 mil profissionais qualificados e mais de 60 expositores, a Expo Farmácia é a oportunidade certa para gerar novos negócios e parcerias para sua empresa em cada uma de suas edições.

A edição da feira em 2012 será marcada por muitas novidades importantes. A primeira delas é que o evento será reposicionado e internamente dividido em duas áreas: ESPAÇO DROGARIA e ESPAÇO MAGISTRAL. Com esta divisão, a feira alcançará um novo patamar de negócios, reunindo milhares de visitantes profissionais, em busca de parcerias, oportunidades de negócio e lançamentos específicos para cada um dos setores que abrangem este mercado.

A segunda novidade é que o evento contará com congressos de conteúdo altamente qualificado, elaborados pelos nomes mais importantes do setor, e que acontecerão em paralelo à feira, visando o aprimoramento profissional e relacionamento entre os participantes.

Além de todas estas novidades, pela primeira vez, o evento será 100% realizado e organizado pela BTS INFORMA, a segunda maior organizadora de feiras de negócios do País, com know-how, tradição e equipe altamente especializada e focada no sucesso do seu negócio.

Entre em contato com equipe comercial da feira e garanta sua participação

Fonte: RACINE - http://www.racine.com.br/

Informações: http://www.expofarmacia.com.br/

Grande parte dos dados não são divulgados e muito do que é divulgado pelas farmacêuticas é inadequado
A informação não difundida em testes com medicamentos experimentais em seres humanos pode provocar dano aos futuros pacientes e custos desnecessários para os sistemas de saúde, diz um artigo do British Medical Journal (BMJ), citado pela agência Reuters.
Numa série de estudos para a revista sobre a extensão na qual se fazem públicos os dados dos ensaios, os investigadores concluíram que uma grande parte dos dados não é informada e que muito do que é divulgado pelas empresas farmacêuticas é inadequado.
“A informação em falta é um problema sério na investigação clínica”, dizem os autores. “Isso distorce o registo científico, pelo que as decisões clínicas não podem ser baseadas na melhor evidência”, acrescentam.
As novas normas estabelecidas em 2007 pela FDA, entidade que regula alimentos e medicamentos nos EUA, obrigou a publicar os resumos dos resultados dos testes clínicos no endereço ClinicalTrials.gov, dentro de 12 meses, para todos os estudos iniciados ou em andamento.
Em 2008, a entidade que congrega a indústria farmacológica global, a Federação Internacional de Fabricantes e Associações Farmacêuticas, também pediu aos seus membros – que incluem os principais laboratórios do mundo – que registem todos os testes com pacientes e que publiquem resumos dos resultados.
Mas nos estudos avaliados pelo BMJ os autores descreveram o resultado como uma “cultura de publicação ao acaso e emissão incompleta de informação”. “A situação actual é prejudicial aos participantes da investigação, aos pacientes, aos sistemas de saúde e a todo o esforço da medicina clínica”, dizem os autores do estudo.
O BMJ tem vindo a fazer campanha há algum tempo por mais transparência nos ensaios clínicos e atacou a Indústria Farmacêutica (IF) por ser reticente e demorar em publicar os dados de testes com pessoas sobre medicamentos em estado avançado de desenvolvimento, e de estudos sobre fármacos já aprovados e disponíveis no mercado.
As empresas farmacêuticas, por sua vez, têm publicado mais informação sobre os testes que patrocinam, mas isso às vezes é feito em sites menos conhecidos da Internet, em vez de em revistas médicas de alto perfil, e os críticos assinalam que a IF ainda está longe de ser transparente.
Num dos estudos, dirigido por Andrew Prayle, da Nottingham University, os cientistas observaram o ano de 2009 e descobriram que somente 22% dos ensaios registados em ClinicalTrials.gov e sujeitos à notificação obrigatória tinham resultados disponíveis um ano após terem sido completados.
Outra investigação revelou que menos da metade de todos os testes financiados pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA são publicados em revista científica dentro de 30 meses da finalização.
“A maioria dos médicos considera que os complexos sistemas regulamentares que governam a investigação com seres humanos asseguram que esse conhecimento (dos ensaios clínicos) é relevante, confiável e está correctamente disseminado. Geralmente é impactante para os médicos, e certamente para o público, saber que isso está longe de ser o que ocorre”, disseram os autores.
Quando a palavra “obrigatório” acaba por obrigar a tão pouco, fica clara a necessidade de mecanismos mais fortes” acrescentam.
Os autores advertem que os pacientes terão que “viver com as consequências dessas falhas por muitos anos” e instaram a uma regulação mais forte e um acesso completo aos dados crus dos ensaios que permita melhor compreensão no futuro dos benefícios e danos de muitos tipos de fármacos.

Fonte: http://www.rcmpharma.com

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